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Oficina de Famílias | De um ponto nasce o mundo

Oficina de Famílias | De um ponto nasce o mundo

01 Mar '26

Famílias desafiadas a explorar som e desenho a partir da exposição “De um ponto nasce o mundo”

A Galeria Municipal de Matosinhos acolheu a oficina para famílias “De um ponto nasce o mundo”, uma iniciativa promovida pelo Serviço Educativo da Fundação de Serralves, no âmbito da exposição “Pedro Tudela & Jorge Pinheiro. Ecos, Rastos, Ritmos”.

Orientada por Filipa Valente, a atividade contou com a participação de 10 famílias. A oficina desafiou crianças, com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos, e adultos, a explorar processos criativos que transformam gestos em experiências sonoras, estimulando a criatividade e promovendo novas formas de perceção artística.

Sob o mote “De um ponto nasce o mundo”, a proposta partiu da ideia de que um simples ponto pode dar origem a uma linha, a uma nota ou a um fonema. Inspirada no universo formal e conceptual dos artistas Jorge Pinheiro e Pedro Tudela, a oficina promoveu uma reflexão prática sobre as ligações entre geometria, desenho, música e som.

Recorrendo a materiais simples — como cartão, lápis, réguas, caixas de música e furadores — os participantes foram convidados a “desenhar com o ouvido e a escutar com os olhos”, transformando gestos gráficos em experiências sonoras e explorando novas formas de perceção artística. Através de experiências visuais e sonoras, cada família pôde criar composições onde ritmo, repetição e modulação assumiram um papel central, estimulando a criatividade e o pensamento interdisciplinar.

A exposição “Pedro Tudela & Jorge Pinheiro. Ecos, Rastos, Ritmos”, integrada no Programa de Itinerâncias da Coleção de Serralves, reúne obras de pintura, desenho, escultura e instalação sonora de Jorge Pinheiro (Coimbra, 1931) e Pedro Tudela (Viseu, 1961). Apesar das linguagens plásticas distintas, os dois artistas cruzam-se em elementos estruturantes das suas práticas, como padrões, serialidade, ritmo e vibração, propondo ao visitante ambientes onde diferentes referências temporais e espaciais se sobrepõem através do silêncio e do som.

Patente ao público até 29 de março, a mostra pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 18h00, e aos fins de semana e feriados, entre as 15h00 e as 18h00. A entrada é gratuita. Para além da oficina realizada, a Galeria Municipal de Matosinhos disponibiliza um programa de visitas orientadas dirigido a diferentes públicos, reforçando o seu compromisso com a mediação cultural e a aproximação da comunidade às artes contemporâneas.

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Conteúdo atualizado em6 de março de 2026às 12:11